segunda-feira, 17 de junho de 2013

15 Coisas Que Você Precisa Abandonar Pra Ser FELIZ!

 
Há uma lista de 15 coisas que, se você desistir de todas elas, isso vai fazer sua vida ficar muito, muito mais fácil e muito, muito mais feliz.
 
Nós nos prendemos a tantas coisas que nos causam tantas dores, estresse e sofrimento – e ao invés de deixá-las todas irem embora, agora… Ao invés de permitir que nós mesmos vivamos sem estresse e felizes… Nós nos agarramos a elas.
 
Não mais.
 
Começando a partir de hoje, nós desistiremos de todas essas coisas que não nos servem mais, e nós abraçaremos a mudança.
 
Preparado? Aqui vamos nós:
 
1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo
 
Há tantos de nós que não conseguem suportar a idéia de estarmos errados, querendo sempre estar certos, mesmo sob o risco de terminar grandes relacionamentos ou causar um grande nível de estresse e dor, para nós e para outros.
 
Isso não vale a pena. Quando você sentir a necessidade “urgente” de entrar em uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo o seguinte:
 
“Eu preferiria ser a pessoa certa ou a pessoa gentil? Que diferença isso vai fazer? O meu ego é realmente grande desse jeito?”
 
2. Desista da sua necessidade de controle
 
Esteja disposto a desistir da sua necessidade de sempre controlar tudo que acontece a você e em volta de você – situações, pessoas, eventos etc.
 
Seja com seus amados, colegas de trabalho ou somente estranhos que você encontra na rua – apenas permita-os ser.
 
Permita que tudo e todos sejam como eles são e você verá o quão melhor isso vai fazer você se sentir.
“Ao se desapegar, tudo se torna realizado. O mundo é vencido por aqueles que se desapegam. Quando você tenta e tenta, o mundo se torna mais do que vencer.” (Lao Tzu)
 
3. Desista da culpa
 
Desista da sua necessidade para culpar outros pelo que você tem ou não tem, pelo que você sente ou não sente.
 
Pare de dar seus poderes para outros e comece a assumir as responsabilidades da sua própria vida.
 
4. Desista da sua conversa interior derrotista
 
Oh, meu Deus! Quantas pessoas estão machucando a elas mesmas por causa das suas mentalidades negativas, poluídas e repetitivas?
 
Não acredite em tudo que sua mente está lhe dizendo – especialmente se é negativista e auto-destrutiva.
 
Porque você é melhor do que tudo isso.
 
“A mente é um instrumento supremo se usada corretamente. Usada de maneira errada, no entanto, ela se torna muito destrutiva.” – Eckhart Tolle
 
5. Desista das suas crenças limitantes
 
Sobre aquilo que você pensa que pode ou não pode fazer, sobre o que é possível ou impossível.
De agora em diante, você não mais irá permitir que suas crenças limitantes mantenham você paralisado no lugar errado.
 
Abra suas asas e voe!
 
Uma crença não é uma idéia presa pela mente, ela é uma idéia que prende a mente. – Elly Roselle.
 
6. Desista de reclamar
 
Desista da sua necessidade de reclamar sobre aquelas muitas, muitas, muuuuuitas coisas – pessoas, situações, eventos que lhe fazem infeliz, triste e deprimido.
 
Ninguém pode fazer você infeliz, nenhuma situação pode fazer você triste ou miserável a não ser que você permita que isso aconteça.
 
Não é a situação que dispara aqueles sentimentos em você, mas sim como você escolhe olhar para tudo aquilo.
 
Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
 
7. Desista da luxúria das críticas
Abandone sua necessidade de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você.
 
Nós somos todos diferentes, e mesmo assim somos iguais.
 
Todos nós queremos ser felizes, todos nós queremos amar e sermos amados e todos nós queremos ser compreendidos.
 
Todos nós queremos algo, e algo que é desejado por todos nós.
 
8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros
 
Pare de pensar tão seriamente em ser ago que você não é somente pra fazer os outros gostarem de você.
 
Isso não funciona desse jeito. No momento que você pára de tentar tão seriamente ser algo que você não é, no momento que você tira todas as suas máscaras, no momento que você aceita e abraça seu eu verdadeiro, você descobrirá as pessoas sendo atraídas por você, sem esforço algum.
 
9. Abandone a sua resistência à mudança
 
Mudar é bom.
 
Mudar irá lhe ajudar a ir de A a B. Mudar irá ajudar você a fazer melhorias em sua vida e também na vida de pessoas à sua volta. Siga seu destino, e abrace a mudança – não resista a ela.
 
“Siga o seu destino e o universo irá abrir portas para você onde antes só haviam muros.” – Joseph Campbell
 
10. Desista das etiquetas
 
Pare de etiquetar coisas, pessoas ou eventos que você não entende. Páre de chamá-los “estranhos” ou “diferentes”. Tente abrir sua mente, pouco a pouco.
 
As mentes só funcionam quanto estão abertas.
“A mais alta forma de ignorância é quando você rejeita algo sobre o qual você não sabe nada sobre.” –
Wayne Dyer
 
11. Desista dos seus medos
 
Medo é só uma ilusão. Ele não existe – você o criou. Está tudo na sua mente. Corrija o seu interior e tudo no seu exterior irá se encaixar.
 
“A única coisa que nós temos que temer é o próprio medo.” – Franklin D. Roosevelt.
 
12. Desista das suas desculpas
 
Coloque-as em um pacote e diga a elas que elas estão despedidas.
Você não mais precisa delas. Um monte de vezes nós limitamos a nós mesmos por causa das muitas desculpas que nós usamos.
 
Ao invés de crescer e trabalhar em melhorar nós mesmos e nossas vidas, nós nos tornamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todos os tipos de desculpas – desculpas que 99,9% das vezes não são nem reais.
 
13. Desista do seu passado
 
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece tão melhor do que o presente – e o futuro parece tão assustador.
 
Você deve levar em conta o fato de que o momento presente é tudo o que você tem e tudo que você irá ter na vida.
 
O passado que você agora está buscando reviver – o passado com o qual você ainda sonha – foi ignorado por você quando ele era presente.
 
Pare de se iludir.
 
Esteja presente em tudo que você faz, e aproveite a vida.
 
Afinal, a vida é uma jornada, não um destino. Tenha uma visão clara do futuro. Prepare a si mesmo, mas sempre esteja presente no seu agora.
 
14. Desista do apego
 
Este é um conceito que, para a maioria de nós, é tão difícil de compreender e eu tenho que dizer a você que isso era complicado pra mim, também.
 
E ainda é… Mas não é mais algo impossível.
 
Você fica melhor e melhor nisso com tempo e prática. No momento em que você desliga a si mesmo de todas as coisas, você se torna muito mais cheio de paz, tão tolerante, tão gentil e tão sereno…
 
Isso não significa que você não dê o seu amor para estas coisas – porque amor e apego não têm nada a ver um com o outro. Apego vem de um lugar de medo, enquanto amor… Bem, amor real é puro, gentil e sem ego. Onde há amor não pode haver medo, e por causa disso, apego e amor não coexistem.
 
Livrando-se do apego, você chegará em um lugar onde você será capaz de entender todas as coisas sem tentar.
 
Um estado além das palavras.
 
 
Muitas pessoas estão vivendo uma vida que não é a vida delas.
 
Elas vivem vidas de acordo com o que os outros pensam que é melhor para elas, elas vivem suas vidas de acordo com o que seus pais pensam que é melhor, pelo que seus amigos pensam, seus inimigos, professores, governo e até do que a mídia pensa que é melhor para elas.
 
Elas ignoram suas vozes interiores, aquele chamado interno… Essas pessoas estão tão ocupadas em procurar agradar a todo mundo, preocupadas em atender as expectativas de outros, que elas perdem o controle de suas próprias vidas.
 
Elas esquecem o que as torna felizes, o que elas querem, o que elas precisam… E, eventualmente, elas esquecem delas próprias.
 
Você tem uma vida – essa aqui, agora – e você precisa vivê-la, apropriar-se dela e, especialmente, não deixar que a opinião de outras pessoas distraiam você do seu caminho.
 
Deseja Realizar Essas Coisas Mas Ainda Não Sabe Como?
 
Nossa especialidade é justamente essa: ajudar pessoas a alcançarem maior senso de auto-realização, alegria, felicidade e prosperidade em suas vidas. Para isto, utilizamos os modelos mais modernos de desenvolvimento humano do mundo.
 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

SER MÃE É PADECER NO PARAÍSO

 
SER MÃE É PADECER NO PARAÍSO
Quem já não ouviu ou pronunciou tal expressão? Quem já não fez uso de tal afirmação, quer seja para enaltecer a abnegação de uma mãe ou para consolá-la em meio aos desafios que surgem no cumprimento de seu papel? Fato é que a mera repetição da frase, sem refletir sobre o seu real significado, tira dela toda a sua riqueza e anula as possibilidades de se apreender grandes lições sobre a maternidade. Tentando entendê-la um pouco melhor, a primeira pergunta que me vem é: A que paraíso estamos nos referindo ou o que seria esse paraíso? Alguns duvidariam desse paraíso se levássemos em conta as noites mal dormidas, as fraldas sujas (no tempo que se lavava fraldas, é claro!), as cólicas, dores de ouvido, prisão de ventre, e tantos outros sintomas não passíveis de serem diagnosticados. Afinal, paraíso lembra jardins, Éden, prazer, necessidades satisfeitas, silêncio, descanso... Então, de que paraíso estamos falando? A única maneira de tentarmos compreender um pouco mais sobre essa afirmação é nos remetermos à sua origem e ao seu contexto imediato. A frase é antiga e data do final do século 19 e início do século 20 e consta do poema “Ser mãe” do escritor Coelho Neto.

Ser mãe é desdobrar fibra por fibra o coração! Ser mãe é ter no alheio lábio que suga, o pedestal do seio, onde a vida, onde o amor, cantando, vibra. Ser mãe é ser um anjo que se libra sobre um berço dormindo! É ser anseio, é ser temeridade, é ser receio, é ser força que os males equilibra! Todo o bem que a mãe goza é bem do filho, espelho em que se mira afortunada. Luz que lhe põe nos olhos novo brilho! Ser mãe é andar chorando num sorriso! Ser mãe é ter um mundo e não ter nada! Ser mãe é padecer num paraíso!

O paraíso a que o autor se refere se dá na relação entre mãe e filho. Uma relação confluente desde o seu início, pois é ela quem vai ceder o seu corpo para que ele seja gerado. É ela quem vai alimentar, cuidar, proteger. E tudo isso em troca do que? Em troca do reconhecimento do outro, do afeto do outro,  da vida do outro. Mas se a relação mãe-filho é que configura o paraíso, por que então o padecimento? A resposta é simples: Porque essa relação precisa ser rompida. Ser mãe é padecer no paraíso porque ela vai criar filhos que crescerão e baterão asas deixando o ninho vazio. Ser mãe é padecer no paraíso porque ela vai educá-los e de repente vai se descobrir muito mal informada quanto ao universo de seus filhos. Ser mãe é padecer no paraíso porque a proteção dada aos filhos quando eram menores começa a ser desnecessária e até prejudicial se permanecer exagerada. Ser mãe é padecer no paraíso porque as relações foram muito idealizadas e agora a realidade chega e fala de vidas que seguirão em caminhos diferentes. Ser mãe é padecer no paraíso porque o crescimento dos filhos denuncia o envelhecimento dos pais. Ser mãe é padecer no paraíso porque descobrimos que o paraíso não é eterno e muito menos constante em sua constituição, já que pais e filhos mudam e mudam também as relações.  Apesar de tudo isso, continuamos precisando de mulheres que, enquanto mães, tenham o desejo de investir nessa relação, que acreditem nesse paraíso, e que tenham a consciência de que no futuro tais relações não serão nem melhores nem piores, mas apenas diferentes.
Com amor e gratidão por cada mãe,
Pastor Carlos Henrique.
 

quarta-feira, 13 de março de 2013

DESPEDIDA DE NANCY IRIARTE (EX-ESPOSA DE HUGO CHAVEZ) DE SEU EX-MARIDO


Impressionante, muito profunda a despedida precoce de Nancy Iriarte Díaz (sua ex-esposa) a Hugo Chávez; que foi publicada em 9 de agosto de 2011 num dos jornais venezuelanos de maior circulação: o “El Universal”.


Hugo, 

Algumas considerações sobre a tua morte que se aproxima:

Não quero que partas desta vida sem antes nos despedirmos, porque tens feito um mal imenso a muita gente, tens arruinado famílias inteiras, tens obrigado legiões de compatriotas a emigrar para outras terras, tens enlutado um número incontável de lares, aos que achavas que eram teus inimigos os perseguistes sem quartel, os aprisionastes em cubículos indignos até para animais, os insultastes, os humilhastes, os enganastes, não só porque te achavas poderoso, mas também imortal... Porque o fim dos tempos não te alcançaria.

Mas a tua hora chegou, os prazos se esgotaram, o teu contrato chega ao seu fim, teu "ciclo vital" se apaga pouco a pouco e não da melhor maneira; provavelmente morrerás numa cama, rodeado de tua família, assustada, porque vais ter que prestar contas uma vez que das teu último alento, te vás desta vida cheio de angustia e de medo, lá vão estar os padres a quem perseguistes e insultastes, os representantes dessa Igreja que ultrajastes por prazer, claro que te vão dar a extrema unção e os santos óleos, não uma, mas muitas vezes, mas tu e eles sabem que não servirão para nada, mas só para acalmar o pânico a que está presa a tua alma ante o momento que tudo define.

Morres enfermo, padecendo do despejo, das complicações imunológicas, dos terríveis efeitos secundários das curas que prometeram alongar a tua vida, teus órgãos vão se deteriorando, um a um, tuas faculdades mentais vão perdendo o brilho que as caracterizava, teus líquidos e fluidos são coletados em bolsas plásticas com esse fedor de morte que tanto te repugna.

Diga-me, neste momento, antes que te apliquem uma nova injeção para acalmar as dores insuportáveis de que padeces, vale a pena que me digas que não te possam tirar a dança – ah ! – as viagens pelo mundo, os maravilhosos palácios que te receberam, as paradas militares em tua honra, as limusines, os títulos honoríficos, os pisos dos hotéis cinco estrelas, as faustosas cenas de estado...

Diga-me agora que vomitas o mingau de abóbora que as enfermeiras te dão na boca, se era sobre isso que se tratava a vida, pois os brilhos e as lantejoulas já não aparecem nos monitores e máquinas de ressuscitação que te rodeiam, as marchas e os aplausos agora são meros bipes e alarmes dos sensores que regulam teus sinais vitais que se tornam mais débeis.

Podes escutar o povo do teu país lá fora do teu quarto ?... Deve ser tua imaginação ou os efeitos da morfina, não estás na tua pátria, estás em outro lado, muito distante, entre gente que não conheces... Sim, estás morrendo em teu próprio exílio, entre um bando de moleques a quem confiou entregar teu próprio país, teus últimos momentos serão passados entre cafetões e vigaristas, entre a tua coorte de aduladores que só te mostram afeto porque lhes davas dinheiro e poder; todos te olham preocupados e com raiva, nunca deixastes que nenhum deles pudesse ter a oportunidade de te suceder; agora os deixas ao desabrigo e teu país à beira de uma guerra civil...

Era isso o que querias ? Foi essa a tua missão nesta vida ? Esquece-te da quantidade de pobres, agora há mais pobres do que quando chegastes ao poder; esquece-te da justiça e da igualdade quando praticamente lhe entregastes o país a uma força estrangeira que agora teremos de desalojar à força e ao custo de mais vidas.

Tenho a leve impressão que agora sabes que te equivocastes; acreditastes num conto de passagem e te julgastes revolucionário, e por ser revolucionário... imortal; convocastes para o teu lado os mortos, teus heróis, esses fantasmas que também julgavas ter vida, Bolívar, Che Guevara, Fidel, e Marx que nunca conhecestes e que recomendavas a sua leitura... Andar com mortos te levou à magia e aos babalaôs, te metestes a violar sepulturas, e a fazer oferendas a uma corte de demônios e espíritos maus que agora te acompanham... Sentes a presença deles no quarto ? Estão vindo te cobrar, recolher a única coisa que deverias valorizar em tua vida e que tão sinistramente atirastes na obscuridade e no mal, a tua alma.

Bem, me despeço; só queria que soubesses que passarás para a história do teu país como um traidor e um covarde, por não teres retificado tua conduta quando pudestes e te deixastes levar por tua soberba, por teus ideais equivocados, por tua ideologia sinistra renunciando aos valores mais apreciados, a tua liberdade e à liberdade dos outros, e a liberdade nos torna mais humanos.

" O socialismo só funciona em dois lugares: no céu, onde não precisam dele, e no inferno onde é a regra dos que sofrem ".


Nancy Iriarte Díaz