segunda-feira, 2 de agosto de 2010

O amor

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. (1Cor. 13:4-7)

Carinho da mãe na infância ajuda muito na vida adulta

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COMPORTAMENTO
STOCKSPERT

Pesquisa acompanhou os efeitos, a longo prazo, do carinho dado a bebês de 8 meses
Foto: STOCKSPERT
Pesquisa acompanhou os efeitos, a longo prazo, do carinho dado a bebês de 8 meses

Carinho da mãe na infância ajuda muito na vida adulta
Abraços e beijos contribuem para a saúde emocional, mas criação e escolaridade não podem ser excluídos
Um estudo feito nos Estados Unidos indica que pessoas que recebem carinho em abundância de suas mães quando bebês são mais capazes de lidar com as pressões da vida adulta.

A pesquisa, divulgada pela publicação científica "Journal of Epidemiology and Community Health", foi feita com 482 moradores do Estado norte-americano de Rhode Island (Nordeste do país) que foram avaliados quando crianças e na vida adulta.

Os cientistas disseram que os abraços, beijos e declarações de afeto da mãe aparentemente têm efeito em longo prazo e tendem a gerar um vínculo sólido com o bebê, contribuindo para a saúde emocional das pessoas.

Segundo os pesquisadores, o vínculo sólido entre mãe e bebê não apenas diminui o estresse da criança como também a ajuda a desenvolver recursos que a auxiliarão em suas interações sociais e na vida de maneira geral.

Como parte do estudo, psicólogos avaliaram a qualidade das interações entre as mães e seus bebês de 8 meses durante uma consulta médica de rotina.

O psicólogo analisou quão bem a mãe respondia às emoções e necessidades da criança, atribuindo uma "nota de afeição" à mãe baseada nas características da interação.

Do total de 482 casos acompanhados, uma em cada dez mães apresentou níveis baixos de afeição em relação ao bebê. A maioria (85%, ou 409 mães) demonstrou níveis normais de afeição, e 6% (27) mostraram níveis bastante altos.

Trinta anos mais tarde, os pesquisadores entraram em contato com as crianças, agora adultos, e as convidaram a participar de uma pesquisa sobre seu bem-estar e emoções. Eles preencheram questionários que incluíam perguntas sobre sintomas específicos, como ansiedade e hostilidade, e também sobre níveis gerais de estresse.

Também foi perguntado aos participantes se eles achavam que suas mães tinham lhes dado afeto. Ao analisar os dados, os pesquisadores verificaram que as crianças cujas mães se mostraram mais afetuosas aos 8 meses de idade apresentavam os menores índices de ansiedade, hostilidade e perturbação geral.

Estresse sob controle
A equipe de pesquisadores concluiu que crianças que receberam grandes doses de afeição das mães se revelaram mais capazes de lidar com todos os tipos de estresse.

Em particular, participantes cujas mães eram calorosas pareceram lidar melhor com a ansiedade do que os que tinham mães frias.

A equipe acrescenta, no entanto, que a influência de outros fatores, como personalidade, criação e escolaridade, não pode ser excluída.


Publicado em: 02/08/2010

domingo, 1 de agosto de 2010

Morre lentamente

Morre lentamente 
Quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições. 

Morre lentamente 
Quem vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajeto e as mesmas compras no supermercado. Quem não troca de marca, não arrisca vestir uma cor nova, não dá papo para quem não conhece. 

Morre lentamente 
quem faz da TV o seu guru e seu parceiro diário. (Como pode 14 polegadas ocupar tanto espaço em uma vida?). 

Morre lentamente 
quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" e os "pingos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam brilho nos olhos, sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos. 

Morre lentamente 
quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos. 

Morre lentamente 
quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não acha graça de si mesmo. 

Morre lentamente 
quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar. 

Morre lentamente 
quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projeto antes de iniciá-lo, não perguntando sobre um assunto que desconhece 
e não respondendo quando lhe indagam o que sabe. 

Evitemos a morte em suaves prestações, lembrando sempre que estar vivo exige um esforço bem maior do que simplesmente respirar!!!!!!